Inteligência artificial aprende vocabulário erudito e passa a responder e-mails com “outrossim”
Usuários relatam mensagens automáticas de rara polidez (a máquina, ao contrário de certos remetentes, jamais confundiu "haja" com "aja").
Especialistas divergem sobre os riscos. Esta redação só pede que a máquina não aprenda, jamais, a usar “segue em anexo” sem anexo.
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