Um poema para quem precisa reaprender a parar
Sábado é o intervalo poético de uma internet que não sabe parar.
A tarde não pediu licença. Entrou pela janela, pousou sobre o livro aberto e lembrou ao homem apressado que o sol jamais marcou reunião.
Nem todo poema precisa ser explicado até perder o mistério. Às vezes basta uma chave: o que acontece quando tratamos o tempo apenas como recurso e esquecemos que ele também é experiência?
Leia outra vez — mais devagar do que a primeira.
